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Home Lutas dos trabalhadores

Greve nacional dos petroleiros supera traição da FUP e chega ao 10º dia.

24 de dezembro de 2025
in Lutas dos trabalhadores
Fotografia de trabalhadores da Petrobrás com uniformes laranja reunidos em frente a um prédio da Petrobrás. Seguram uma faixa onde se lê "Estamos em greve".
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Iniciada no dia 15 de dezembro, a greve nacional petroleira é o principal movimento de um setor da classe trabalhadora, a mais forte dos últimos anos. A greve tem enfrentado a intransigência da atual presidente da Petrobrás, Magda Chambriard, nomeada por Lula, já presidiu leilões de petróleo na Agência Nacional de Petróleo (ANP) e agora dirige a empresa com foco nos interesses dos acionistas e de Wall Street.

Ela também reprimiu violentamente o movimento no primeiro dia (REDUC-Duque de Caxias, com dois petroleiros espancados e presos pela PM) e acionou a Justiça burguesa com ações de Interdito Proibitório para impedir os piquetes no COMPERJ, Itaboraí.

Paralelo ao movimento dos petroleiros, os trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos paralisaram também as suas atividades, semana passada, em nove estados. Os grevistas estão enfrentando a Justiça burguesa, pois o Tribunal Superior do Trabalho determinou que 80% dos funcionários da ECT fiquem trabalhando, procurando, dessa forma, pisar no direito legítimo de greve.

A decisão judicial atendeu a um pedido da estatal, que alegou risco de prejuízo à população. Registre-se: Emmanoel Schmidt Rondon foi nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para presidir os Correios, em setembro de 2025, em meio à intensa pressão para privatização da ECT. Enfim, existe um conluio entre o Judiciário e o Governo Federal para derrotar essas greves.

Nova proposta não atende as reivindicações da categoria petroleira

Para a operação desmonte do governo na Petrobrás, a empresa ofereceu um abono pago em duas vezes (março e agosto de 2026), manteve os míseros 0,5% e acrescentou mais 0,5% na remuneração (e assim deixando os aposentados de fora) ano que vem. Além disso, a proposta do governo traz ataques no plano de saúde – novo custo administrativo que não existia – e enrolação com o Plano de Cargos, com o PED (equacionamento do plano de aposentadorias). Enquanto isso, a rentabilidade das ações dos acionistas da empresa continua bastante generosa.

Lamentavelmente, a governista e “chapa branca” Federação Única dos Petroleiros (FUP), representando catorze sindicatos na base, votou por indicar a aceitação da vergonhosa proposta. Já a Federação Nacional dos Petroleiros, que tem cinco sindicatos na base, rechaçou a proposta e indicou a continuidade da greve.

O SINDPETRO-RJ, o maior sindicato da categoria, rejeitou a proposta e, hoje, realizou uma passeata no Centro do Rio de Janeiro. Já o SINDPETRO de Duque de Caxias, onde está a REDUC, também rejeitou com 300 votos contra somente dois pela aceitação. E no SINDPETRO-MG, 110 trabalhadores votaram por continuar a greve, 58 em suspender o movimento, com cinco abstenções. O companheiro petroleiro Leonardo Auim, da Emancipação Socialista, foi um dos que defenderam a continuidade da greve.

Unificar e fortalecer as greves

Esses resultados mostraram a disposição de luta dos petroleiros e caracterizaram uma verdadeira rebelião de bases. Por seu lado, os funcionários dos Correios continuam em greve, rejeitando a proposta de acordo coletivo de trabalho apresentada pela empresa no âmbito da “conciliação” no TST. Assim o movimento enfrena a empresa, o Judiciário e a Globo que faz uma campanha contra o movimento.

Nesse contexto, para enfrentar a unidade do governo com o Congresso e todos aqueles que estão pelo Arcabouço Fiscal de Lula e Fernando Haddad (bolsonaristas, centrão e governistas) é vital a unidade interna dos petroleiros. Assim como construir a unidade externa com os trabalhadores ecetistas.

O que não pode ocorrer é o que aconteceu no último dia 18 de dezembro, quando, a partir de uma proposta construída no comando de greve dos petroleiros do Rio (com trezentos piqueteiros) – a de fazer uma passeata em conjunto com os grevistas dos Correios – a mesma foi descartada pela direção do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do Rio de Janeiro, ligado à governista Central dos Trabalhadores Brasileiros (CTB), perdendo-se, na ocasião, uma grande oportunidade de fazer uma passeata com categorias em luta, que há muito tempo não ocorre no Rio de Janeiro.

Essa busca pela unificação das categorias é extensiva aos setores privados em luta, como a forte greve dos trabalhadores rodoviários da Viação Real no Rio de Janeiro que, na véspera do Natal, entra no seu terceiro dia. Essa greve parou catorze linhas de ônibus.

Por fim, a vitória dessas lutas pode ajudar na mudança da correlação de forças para o lado da classe trabalhadora. É tarefa de todo lutador e militante da esquerda não governista participar e apoiar esses movimentos com ações de rua, divulgando o movimento e ajudando elevar o nível de consciência dos lutadores como foi feito no comando dos 300 piqueteiros de 17 de dezembro no Rio de Janeiro, onde discussões como o do apoio à Venezuela e contra a usurpação por Trump do petróleo venezuelano, foram desenvolvidas

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Greve petroleira: rejeitar o recuo da FUP e fortalecer a greve

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