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Home Lutas dos trabalhadores

Greve petroleira: rejeitar o recuo da FUP e fortalecer a greve

24 de dezembro de 2025
in Lutas dos trabalhadores
Fotografia com trabalhadores da Petrobrás, com uniformes laranja, reunidos em assembleia que votam com os punhos erguidos. Ao fundo, a fachada de um prédio da Petrobrás.
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Só no 3º trimestre desse ano, a Petrobrás teve um lucro líquido de R$ 32,7 bilhões, lucro que está sendo distribuído para os acionistas, muitos deles, na bolsa de valores de Nova Iorque. No dia 22/12, a Petrobrás pagou uma parcela aos acionistas, de um total de R$ 8,66 bilhões aprovado anteriormente. Nesse mesmo dia, anunciou outra distribuição, agora de 12,16bilhões de reais, com pagamento em fevereiro e março de 2026. E acionistas não produzem absolutamente nada, pois vivem de especulação.

E para os trabalhadores a empresa tem uma política de desvalorização e ataques aos direitos trabalhistas e sociais. Nas negociações da campanha salarial desse ano não foi diferente, apresentando uma proposta ridícula de 0,5% de aumento real, aumento do custo do convênio médico, aumento da jornada de trabalho para médicos e dentistas, supressão de folga, entre outras provocações.

Foi essa situação que revoltou a categoria que rejeitou a proposta e, no dia 15 de dezembro, iniciou a maior greve dos últimos anos. Várias bases paralisaram suas atividades. São Paulo (Paulínia, ABC, administrativo), Rio de Janeiro (administrativo e plataformas), Baixada Santista, Minas Gerais, Amazonas, Rio Grande do Sul, entre outras unidades.

Uma greve que obrigou a empresa apresentar uma nova proposta contendo um abono de 1,6 remuneração (mínimo de 15 mil e teto de 42 mil) em 2 parcelas, Vale Alimentação de 400,00 mensais, sem punições para os grevistas, subsidiárias acompanharão o índice da holding e abono de metade dos dias parados.

Foi a força da greve que obrigou a empresa a apresentar essa nova proposta, mas ainda muito distante da pauta original da greve.

FUP, cutista e governista, aponta para a desmobilização

Mesmo com essa proposta rebaixada e com uma greve com forças para arrancar as reivindicações, a FUP (Federação Única dos Petroleiros) – cutista e governista- indicou para as assembleias a aceitação dessa proposta, desmobilizar a categoria e encerrar a greve. Usa como argumento que a empresa está ameaçando judicializar a greve e que pode haver perseguições, praticamente fazendo coro com as ameaças da direção da Petrobrás..

Que a empresa use essas ameaças não é novidade nenhuma, é assim que os patrões tratam os trabalhadores, o problema é os sindicatos cederem a essa pressão e chamarem os trabalhadores a recuarem em um momento de forte mobilização e inclusive com a greve chegando a outros locais de trabalho.

Bases vão rejeitando a proposta e continuando em greve

A FNP (Federação Nacional dos Petroleiros), representando sindicatos importantes, como Rio de Janeiro e Baixada Santista, está indicando a rejeição dessa proposta e continuidade da greve. Também alguns setores da FUP – como em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro- não seguiram essa orientação porque a pressão na base foi forte.

O sentimento entre os trabalhadores é de ser possível vencer a intransigência da Petrobrás e, por isso, várias assembleias rejeitaram amplamente a proposta e seguem em greve: Caxias (mais de 300 votos pela continuidade da greve), Norte Fluminense, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Litoral Paulista e Minas Gerais (58 votos para acabar a greve, 110 continuar e 5 abstenções) e Ceará/Piauí.

Em Minas Gerais, base derrota proposta da FUP e da maioria da diretoria

Minas Gerais foi uma das bases que rejeitou o indicativo da FUP e manteve a greve. Leonardo Auim, membro da oposição e diretor da minoria da direção sindical, foi um dos defensores da rejeição na Assembleia desse dia 23/12.

Além de rejeitar oo recuo, também destacou que “a FUP não está à altura das lutas da categoria. É a quarta greve que a FUP, diante do primeiro tapa na mesa, propõe para a categoria recuar e sair da greve” e fez um chamado aos militantes da FUP “o que vocês têm que fazer é ficarem ao lado da categoria, é romperem com a FUP e virem para o lado da categoria”.

Esse chamado é importante não só para Minas Gerais, mas para a categoria em nível nacional. Essa greve está demonstrando que é hora de construir de construir uma alternativa para a categoria, uma direção sem ligação com o governo Lula e que ao mesmo tempo combata a extrema-direita.

Uma tarefa importante nesse momento é todos os sindicatos que estão rejeitando o indicativo de recuo se articularem para discutirem formas de unificar essas bases para seguir com a greve até a empresa atender as reivindicações da categoria.

Reforçar o apoio e solidariedade à greve

Nesse momento de fim de ano quando ocorre mais dispersão, a pressão da empresa e a proposta de recuo por parte da FUP, coloca para todos nós a tarefa de reforçar o apoio a essa greve. Assim os trabalhadores sentirão mais força para seguirem em frente na luta.

A luta dos petroleiros e petroleiras interessa a toda classe trabalhadora brasileira porque é parte da luta pela Petrobrás 100% estatal, destinando as riquezas naturais ao bem estar da população brasileira.

Todos nós podemos ajudar essa greve, seja apoiando a categoria nas assembleias ou divulgando nas redes sociais as reivindicações. Uma só classe trabalhadora, uma só luta.

 

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Fotografia de trabalhadores da Petrobrás com uniformes laranja reunidos em frente a um prédio da Petrobrás. Seguram uma faixa onde se lê "Estamos em greve".

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