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Home Internacional

Estados Unidos atacam Venezuela e sequestram Maduro: Fora imperialismo da Venezuela e da América Latina!

6 de janeiro de 2026
in Internacional
Estados Unidos atacam Venezuela e sequestram Maduro: Fora imperialismo da Venezuela e da América Latina!
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Na madrugada do sábado, 3 de janeiro, antes das duas da manhã, forças militares dos Estados Unidos invadiram o espaço aéreo venezuelano e capturaram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A operação vinha sendo preparada há meses, com militares estadunidenses infiltrados no país acompanhando a rotina do líder chavista. Também foram registrados ataques nas províncias Miranda, Aragua e La Guaíra.

Maduro e Cilia foram levados em um navio para o estado de Nova York. Lá serão, segundo os interesses de Trump, julgados pelos crimes de narcotráfico e terrorismo. O ataque resultou na morte de 80 pessoas, pelo menos.

Um inédito e inaceitável ataque contra a América do Sul

Apesar de sempre interferirem na autodeterminação dos povos do continente e fomentar processos contrarrevolucionários como o golpe de Pinochet no Chile e a instauração da ditadura civil-militar no Brasil, os Estados Unidos nunca haviam feito um ataque militar direto na América do Sul.

Essa ação, sob pretexto de aniquilar narcotraficantes, é um evento que acende um sinal de alerta para todo o continente. Se já haviam atacado vários outros países na América Latina, como Granada, Panamá, Nicarágua, El Salvador e Cuba,  na América do Sul é a primeira ação direta na América do Sul, um salto de qualidade na ameaça e indicando que os ataques (sob diversas formas) seguirão.

Entendemos que se trata de um ataque a todos os países, violando a soberania popular venezuelana.

E também é preciso entender que se trata de um plano mais amplo, de domínio sobre a América Latina. É parte do mesmo plano da imposição das tarifas contra o Brasil. Ou seja, Trump quer que todos os países sigam as suas ordens, como se fossem uma colônia dos Estados Unidos.

 

Derrubar Maduro e manter o regime chavista?

Algumas perguntas a serem feitas: houve traição por parte das forças armadas venezuelanas ou da própria vice-presidente? Por que o poderoso exército venezuelano não reagiu? Por que os grupos armados chavistas não mobilizaram seus efetivos? E como o chavismo (Vice- presidente, Ministro da Defesa e Deosdado Cabello) aceitaram rapidamente a indicação de Delcy Rodríguez para assumir a Presidência?

A Venezuela tem o 50º maior exército do mundo, equipamentos russos, conta com até 150.000 militares e 20.0000 milicianos populares. A falta de reação ao ataque do último dia 3 gera, portanto, indagações. Marco Rubio, Secretário de Estado estadunidense, chegou a afirmar que ninguém pode reivindicar o prêmio de 50 milhões de dólares oferecido pela potência imperialista a quem entregasse Maduro, pois a captura é mérito da elite armada do país.

Passados alguns dias, a dinâmica dos acontecimentos reforça a hipótese de um setor do governo ter entregue a cabeça de Maduro para manter o regime. A apatia da cúpula venezuelana demonstra que, pelo menos havia uma divisão no governo. Delcy Rodríguez, vice-presidente do país, foi nomeada pelo Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela como presidente interina e o governo Trump também se apressou a reconhece-la como a sucessora e defensora dos “interesses econômicos dos Estados Unidos na Venezuela”.

Do lado do novo governo venezuelano, as primeiras declarações é que vão trabalhar com o governo estadunidense para construir uma “agenda colaboração”.

Lula não se posicionou em apoio à soberania venezuelana

A declaração do presidente brasileiro condenando a ação é muito aquém do que um líder dito de esquerda deveria fazer. Essa atitude de Lula acompanha seu posicionamento de alinhamento com Trump e a União Europeia sobre o processo eleitoral venezuelano quando o governo brasileiro também exigiu transparência na divulgação das atas das eleições venezuelanas em agosto de 2024. A suspeita de fraude, que cindiu opiniões, colocou o líder brasileiro em campo oposto ao seu antigo aliado venezuelano.

Lula verbalizou a defesa da soberania. Divulgou uma nota conjunta com Espanha, Chile, México, Colômbia e Uruguai rechaçando os ataques militares. O ministério da Saúde disponibilizou o SUS para atender feridos venezuelanos, o que é importante e demonstra a força que o sistema público de saúde brasileiro possui. No mais, como se comportam os governantes da região amazônica brasileira?

O governador de Roraima, do PP, pediu o fechamento das fronteiras. O fechamento foi feito, mas já aconteceu a reabertura. Ora, a extrema direita brasileira cai sempre na mesma contradição: critica o regime venezuelano, mas se nega a dar apoio a suas vítimas. Agora, realmente, temos um problema diante de nós brasileiros: o regime não caiu, já que a vice irá assumir. Mas não se sabe até que ponto forças internas da Venezuela estão implicadas na operação que sequestrou o presidente. Além disso, houve um ataque armado. É normal que civis fujam. Eles já enfrentavam inflação enorme, desemprego e repressão policial violenta a protestos. Nessa escalada de ações armadas, muita gente vai querer ir para Roraima.

Quem decide asilar ou não venezuelanos é o povo brasileiro e não uma parcela de governantes orientados pelo agronegócio e na prática de dizimação de indígenas e quilombolas na região. Lula deve prestar socorro às vítimas dos ataques estadunidenses. Também, a classe trabalhadora brasileira precisa pressionar Lula para romper relações diplomáticas com o Estados Unidos. Sabemos que a motivação real estadunidense é o petróleo e os minerais da região. Neste quesito o Brasil não está livre de ser alvo da sanha imperialista.

 Não somos Maduro, mas defendemos a soberania venezuelana

O chavismo, do qual Maduro é o principal representante atualmente, está longe de representar o Socialismo que apregoa. É um regime burguês que oprime seus adversários, inclusive os da esquerda. Neste sentido, não defendemos o regime do presidente venezuelano.

Entendemos, porém, que o líder venezuelano deve ser julgado pelo seu povo. A soberania popular parte do princípio de que nenhum governo estrangeiro pode interferir em assuntos internos de outro país. Assim, cabe ao povo venezuelano decidir sobre seu destino.

De outro modo também temos a convicção de que só uma revolução socialista plena e verdadeira na Venezuela, com a classe trabalhadora governando efetivamente o país, é que resolverá a grave crise econômica em que o país está mergulhado.

O Brasil não é apenas vizinho, mas compartilha populações indígenas com a Venezuela. A Amazônia é em grande parte brasileira, mas também é venezuelana, colombiana e peruana e qualquer destes países que for vítima do saque imperialista, deve ser defendido por todos nós.

Estamos sob alerta pela primeira vez em muitas décadas, com risco iminente.  A Venezuela não pode se tornar uma colônia norte-americana.

-Lula, rompa relações com o Imperialismo!

-Toda solidariedade à classe trabalhadora venezuelana!

-Por uma revolução socialista na América Latina!

 

 

 

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