Nas últimas décadas, os trabalhadores não viram melhorias reais em suas vidas. Pelo contrário, a precarização, o desemprego e a desigualdade avançaram. Mas, e o direito de comer, de trabalhar, de estudar, de ter acesso à cultura, ao lazer?
O custo de vida no Brasil, em 2025, tem preocupado cada vez mais os brasileiros. Por exemplo, alimentos como arroz, feijão e carne tiveram alta expressiva; o transporte público também ficou mais caro com reajustes nas tarifas e aumento da gasolina.
É algo que se observa em outros países também. Recentemente, no Irã, protestos iniciados no final de dezembro de 2025, com comerciantes, insatisfeitos com o alto custo de vida no país. Em seguida, estudantes se integraram à mobilização, protestando pelas ruas.
Recentemente, no Quênia, o governo criou e aumentou impostos sobre o pão e sobre veículos, levando milhares de pessoas às ruas, inclusive incendiando o Parlamento. Mesmo com forte repressão que deixou ao menos 50 mortos pela polícia, o presidente foi obrigado a retirar as leis de austeridade exigidas pelo FMI.
Na Nigéria, o presidente Bola Tinubu, também implementou um plano econômico apoiado pelo FMI com medidas que dispararam o custo de vida. A resposta da classe trabalhadora foi greve por aumento salarial. Poucos meses depois, as ruas foram tomadas por jovens que protestando contra a precarização do trabalho, o desemprego e o aumento do custo de vida.
Esses exemplos demonstram como a subordinação aos interesses imperialistas e do sistema financeiro leva a uma profunda desigualdade social contra os de baixo. O capitalismo no mundo entrega exatamente o que foi construído: lucros para bancos, petrolíferas, mineradoras e latifundiários.
Essa é a lógica do capitalismo. Para um vida melhor, lutemos para derrubar esse sistema.



