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Construir uma Frente de Esquerda Anticapitalista contra a extrema direita e o projeto de conciliação de classes

27 de março de 2026
in Nacional
Ainda é possível derrubar Bolsonaro!
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Dois projetos de governos da burguesia contra a classe trabalhadora

Os candidatos da extrema-direita/bolsonaristas, para as eleições de 2026, querem submeter o Brasil aos mandos de Trump. E buscam reproduzir aqui o que, por exemplo, o governo de Milei aplicou na Argentina ( veja As ‘reformas’ trabalhistas de Milei e do Parlamento: um violento ataque aos direitos dos trabalhadores argentinos ) ao acabar com vários direitos sociais e trabalhistas para garantir que a burguesia aumentasse suas taxas de lucro.

Todos os governos de extrema-direita, bolsonaristas ou não, têm como objetivos tirar os direitos da classe trabalhadora, os serviços públicos, garantir a posse da riqueza e o poder.

Dentre esses, alguns foram ou são pré-candidatos à presidência da República e são exemplos a não serem seguidos como Caiado (Goiás), Zema (Minas Gerais), Tarcísio (São Paulo), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).

E tem ainda o Flávio Bolsonaro, extrema-direita representante do trumpismo/ bolsonarismo no Brasil e o melhor colocado nas pesquisas eleitorais. Não esconde nada e de ninguém o que defende para o Brasil. Está com o agronegócio, com a indústria de armamentos, com parte das forças militares, pastores reacionários de igrejas fundamentalistas. Envolvido em “rachadinhas”, lavagem de dinheiro em lojas de franquias de chocolate, etc. Mas, esses graves problemas não serviram para enfraquecer a sua base de sustentação, isto é, parte da própria burguesia e parte da população que acredita nas posições políticas de direita.

A destruição da Saúde e da Educação públicas (com o fechamento de escolas, de alas hospitalares, baixos salários com reajuste zero) são verdadeiras demonstrações do que é feito nesses governos da burguesia.

Privatização e repressão: desrespeito com a população

Em São Paulo, por exemplo, o saneamento básico (SABESP), trens e metrôs foram entregues às empresas privadas. Houve aumento das tarifas e piorou a prestação de serviços.

A destruição do meio ambiente aumenta com os governos da burguesia de extrema-direita. Não podem e não aceitam   a preservação ambiental, pois precisam fortalecer a própria classe social com o avanço do agronegócio, das grandes empresas, mineradoras e com a intensificação da repressão para expulsão das populações indígenas, quilombolas e ribeirinhas.

Jamais esses governos burgueses de extrema-direita “investirão” na agricultura familiar e orgânica (70% do que comemos) ou irão se preocupar em produzir somente o necessário. Investem nas privatizações de rios (como o Tapajós), no aperfeiçoamento dos meios para o tráfico de madeira, garimpos ilegais, mudanças na legislação para avançar na impunidade, na retirada do direito à terra e à moradia para a população (pobre, indígena, quilombola, ribeirinha) e que impede as demarcações, etc.

Para impor essa forma de governar, investem no fortalecimento do aparato policial e militar, aumentam a repressão no campo, aos movimentos sociais, aos que lutam para sobreviver. E tem aumentado o número de assassinatos das pessoas que atuam em defesa de meios ecológicos para sustentação da vida e da preservação.

Aumento do feminicídio, homofobia e do racismo

Os governos da burguesia de extrema-direita jamais irão, sequer, questionar o machismo e a sua maior expressão de violência que é o feminicídio.

A sociedade que esses governos defendem é a capitalista patriarcal e jamais adotarão medidas para inibir a superexploração da força de trabalho da mulher.   Nesse sentido, para a manutenção da sociedade burguesa, a intensificação de todas as formas de violência contra a mulher serve para aumentar a opressão, repressão, para impor o retrocesso na conquista de diversos direitos (trabalhistas, previdenciários, divórcio, voto, etc.), da independência financeira, do poder sobre o próprio corpo, escolhas e subjetividades. O feminicídio e todas as formas de violência contra a mulher não podem ser aceitas, minimizadas ou deixarem de ser combatidas hoje, amanhã e sempre!

Essa realidade se repete em relação à comunidade LGBT+. E os governos de extrema-direita com as grandes mídias, além de tudo, escondem o aumento dos assassinatos e das várias outras formas de violências homofóbicas.

Essa realidade também se repete com população negra no Brasil, ou seja, a maior parcela da classe trabalhadora brasileira. O antirracismo jamais estará nos “Programa de Governo”. Destruir a nossa história, assassinar a juventude nas periferias, tirar o direito ao estudo, trabalho e moradia são estratégias de extermínio e são traçadas pelos governos da burguesia de extrema-direita sempre que necessitam subjugar ainda mais essa parcela da classe trabalhadora.

O papel da extrema-direita pelo mundo quer, independente dos métodos e dos tipos de violências, aniquilar qualquer forma de reação ou resistência contra o sistema de exploração capitalista.

E uma necessária e urgente tarefa da classe trabalhadora é derrotar nos locais de trabalho, estudo, moradia, nas lutas, nas ruas e nas urnas toda a extrema-direita e a corja que a sustenta.

A crise e o ataques são graves e exigem uma saída anticapitalista

Voltar a campanha eleitoral de 2022, de Lula e do petismo, faz-se necessário. O então candidato e o partido avaliavam que iriam enfrentar e derrotar a extrema-direita.

Diante disso, foi apresentado como alternativa a grande “Frente ampla”, que uniria uma dita esquerda institucional (privilegia cargos e a luta no parlamento dominado pela direita) com setores da “direita tradicional” como Geraldo Alckmin. A política foi um fracasso, passados quase 4 anos, a extrema-direita continua ativa e, inclusive, com condições de ganhar as eleições de 2026.

Obviamente não reduzimos essa realidade apenas ao papel desempenhado pelo governo de Lula, mas ao aprofundamento na aplicação das medidas neoliberais (aumento da dívida pública, cortes nos gastos públicos, freio na reforma agrária, tentativa de privatizar os rios como Tapajós, longo etecetera) e na aplicação da política de “coexistência pacifica” entre governos (governo petista ligado até setores do bolsonarismo) e entre classes sociais. Essas questões contribuíram para manter intacta a espinhal dorsal da extrema-direita e do bolsonarismo.

Não igualamos a candidatura de Lula às candidaturas da extrema-direita. No entanto, não identificamos no governo de Lula uma alternativa à esquerda. Seguimos afirmando que é um governo da/para a burguesia neoliberal, mesmo com alguns setores mais empobrecidos da classe trabalhadora participando programas sociais.

Com essa política de “coexistência pacífica”, obviamente, mais alguns setores de esquerda e do PSOL foram desacreditados e outros receberam ministério e cargos, o que inviabilizou uma candidatura própria desse partido e transformando-o em um “puxadinho do PT”.

O governo de Lula e o PT não vai bater de frente com a extrema-direita, ou seja, continuaremos sem reforma agrária, sem demarcação de terras indígenas, sem verbas para os serviços públicos, com os cortes de direitos, salário-mínimo sem reajustes necessários, com aumento da jornada de trabalho, sem regulação do trabalho de entregadores, dentre outros.

E, como já dissemos, essa realidade contribuiu para que a extrema-direita dite as regras e se mantenha como um perigo para a classe trabalhadora, que está espremida entre dois modelos de exploração capitalista. Confusa ou decepcionada com o modelo petista e sem consciência de classe trabalhadora uma parcela se ilude com as promessas da extrema-direita, outra parcela é empurrada para escolher o “menos pior” entre os mesmos problemas e uma pequena parcela busca resistir.

Esse avanço da extrema-direita mostra que realidade exige da esquerda anticapitalista uma atuação que contribua para que a classe trabalhadora rompa esse cerco e busque, ao menos, balançar as estruturas do sistema de exploração, questionar e não aceitar o sistema do capital que leva à miséria grande parte população e concentra toda a riqueza nas mãos de grandes empresários (inclusive os das guerras), banqueiros, latifundiários e donos das grandes mídias.

Por uma Frente da Esquerda Anticapitalista

Baixos salários, desemprego, corrupção, aumento das brutais violências (racismo, feminicídio, homofobia, etc.), cortes dos serviços públicos, destruição do meio ambiente, aumento da miséria etc. são consequências da crise estrutural do capital e indicam a necessidade de ações diretas, de trazer para o cotidiano as ideias revolucionárias e as lutas como saídas por fora do sistema. É com essa perspectiva que atuamos e que seguiremos inclusive no processo eleitoral, não deixaremos o caminho aberto para as imposições da extrema-direita ou de setores que, na prática, são reacionárias.

Nesse momento, pensamos que para cumprir essa tarefa no próximo período que antecede as eleições parlamentares é necessário a construção de uma Frente de Esquerda Anticapitalista para se contrapor às candidaturas da burguesia e para apresentar uma alternativa de sociedade à classe trabalhadora. É necessário resistir e apontar uma alternativa de classe.

Diante da necessidade e da urgência, propomos uma Frente de Esquerda Anticapitalista formada pelos partidos legalizados da esquerda anticapitalista (PSTU, UP e PCB), por movimentos sociais, organizações revolucionárias e ativistas independentes para um amplo movimento de lutadores e lutadoras para, de fato, derrotar a extrema-direita e seus governos sem aceitar a falsa “coexistência pacífica” do governo Lula e do PT. É urgente a consciência de classe da classe trabalhadora.

Para avançarmos na construção da Frente de Esquerda Anticapitalista esses partidos precisam abrir mão das candidaturas que já lançaram e permitir as filiações democráticas para ativistas e lutadores fortalecerem essa Frente. É urgente uma Plenária Nacional para organizar, definir candidaturas e o programa da Frente.

Sabemos das dificuldades para a construção dessa Frente tanto por diferenças político-programáticas quanto pelo histórico de priorizarem apenas a construção de suas próprias organizações e secundarizarem ou interromperem a unidade de ação nas lutas. Seguiremos com essa justa e fundamental proposta na construção da unidade da esquerda anticapitalista.

Sem ação unitária da esquerda anticapitalista não conseguiremos dar os passos necessários diante dos desafios para a construção de um governo da classe trabalhadora e continuaremos reféns dos dois projetos de governo da/para burguesia.

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